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Liderados pela Fepagro – Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária –, técnicos de instituições da área científica estão articulando ações de pesquisa agrícola para a produção de agroenergia no Estado. O grupo é composto por representantes de 21 entidades, abrangendo desde as universidades e outros centros de pesquisa até cooperativas e associações, além de sete estações experimentais da fundação. Os cientistas já definiram as cinco culturas estratégicas para o desenvolvimento de estudos gaúchos nos próximos anos: a mamona, a canola, o girassol, a mandioca e a cana-de-açúcar. A iniciativa está vinculada à Financiadora de Estudos e Projetos – Finep – e ao Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul – Fapergs –, que projetam a aplicação de R$ 4,1 milhões para 2006 e 2007, sendo que R$ 1,5 milhão destinado exclusivamente para a pesquisa agropecuária. Barni esclarece que a ênfase nessas culturas foi determinada de acordo com o potencial previsto para o Estado, terceiro maior produtor de oleaginosas, com uma produção de 1,4 milhão de toneladas de óleo vegetal por ano. "A soja, uma das fontes para bioenergia, recebeu vários investimentos em pesquisa ao longo de décadas, e o Rio Grande do Sul tem um acúmulo de conhecimento razoável. Por isso, priorizamos a canola, o girassol e a mamona. A produção dessas oleaginosas precisa de informações científicas para, efetivamente, obter-se garantias sobre em que condições pode se ter viabilidade nos investimentos", explica o coordenador. Já o aprimoramento de estudos com cana-de-açúcar e a mandioca visa a incentivar a produção gaúcha de álcool anidro. Fonte: Ambiente Já /Jornal do Comércio 04/01/06 :: Voltar ::
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