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A Conferência já começou com dificuldade na organização. Isso é fruto do resultado da primeira edição, explica Renato Cunha, que representa a RMA no FBOMS, e é o representante da entidade na comissão organizadora da Conferência. Para o MMA, as questões foram encaminhadas, mas não foram suficientemente difundidas. Ele acha que o MMA não divulgou suficientemente o que foi realizado. “Se não há divulgação, parece que as coisas não aconteceram”, opina Cunha. Para Renato Cunha, também coordenador da RMA pelo Grupo Ambientalista da Bahia,é preciso que o movimento ambiental se aproprie da conferência. “Ela não é do governo, é da sociedade, o governo apenas organiza”. Ele diz que o processo da conferência deve ser permanente dentro do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), assim como é o Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). RMA quer que filiados defendam PL Mata Atlântica A RMA, através de representantes de entidades filiadas, vai propor aos participantes da conferência que seja aprovado o Projeto de Lei da Mata Atlântica. Além disso, a Rede defende a adoção de uma matriz energética ambientalmente sustentável e o abandono da construção de Usinas de Álcool no Pantanal. Estes assuntos são muito importantes da visão dos coordenadores da Rede. O PL tramita há mais de 13 anos no Congresso Nacional. Já o planejamento de projetos de geração de energia que respeitem as condições ambientais é urgente, diante dos planos do Ministério de Minas e Energia. O Pantanal corre sérios riscos com a implementação desse projeto, defendido com unhas e dentes pelo governador do MS, José Orcírio Miranda dos Santos, conehcido como Zeca do PT.
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