|
caso não esteja visualizando clique
aqui
![]() | ||||
| ||||
Incentivar a criação e a sustentabilidade de Reservas Particulares de Patrimônio Natural de Mata Atlântica no Nordeste do Brasil. Este é um dos objetivos do Instituto para Preservação da Mata Atlântica (IPMA). Fundado em 1996, por um criador científico de aves e duas usinas de açúcar, a entidade já conseguiu criar quatro RPPNs e protocolar junto ao Ibama mais 26, nos Estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Fernando José Mendes Pinto, superintendente do IPMA, que participa do Grupo de Trabalho de Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal da RMA, diz que nos últimos cinco anos plantou mais de três milhões de mudas de espécies nativas nas áreas de associados. Ao todo são 36 usinas de açúcar e álcool no Nordeste. A entidade atua junto as usinas recuperando áreas degradadas de encosta e matas ciliares. Abandonaram a plantação de cana nesses locais porque a rentabilidade é maior em tabuleiros, onde é possível utilizar máquinas. Pinto que foi feito um trabalho de convencimento junto aos usineiros. “Eles também viram que recuperando essas áreas iriam melhorar a situação dos recursos hídricos e do ambiente na região”, conta o integrante do GT de APP da Rede. Essa relação com a principal atividade econômica do Nordeste é fruto de um amplo projeto de educação, que engloba a sensibilização e a capacitação de professores da rede pública. Já foram capacitados cerca de 800 professores nos quatro Estados nordestinos em 23 seminários. “Esses professores são agentes multiplicadores do processo”, explica Pinto. :: Informações
:: Voltar ::
|
||||
|