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Foi adiada para fevereiro a resolução final sobre o texto que vai determinar que tipo de exploração poderá ser feita nas Áreas de Proteção Permanente (APP). A reunião do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), no dia 30, votou as questões sobre mineração em cursos d'água e margens, mas ainda faltam ser analisadas cerca de 20 emendas ao texto. Dez dos quinze artigos da resolução já foram vistos. Na última reunião ficou definido que a mineração, considerada atividade de utilidade pública poderá ser feita em APPs, exceto em áreas remanescentes de Mata Atlântica, mangues, veredas, restingas e dunas. A extração de cascalho, argila e saibro também ficou de fora dessa permissão. A regulamentação de moradias nas margens de cursos d'água ficou para fevereiro. Duas propostas exigem uma distância de 15 metros da margem do rio para a regularização, que será restrita às habitações de baixa renda. Fonte: O Estado de S. Paulo
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