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O Ministério do Meio Ambiente deu início, semana passada, ao processo de revisão do Mapa de Áreas Prioritárias para Conservação da Biodiversidade. Durante quase três dias, pesquisadores de instituições públicas e privadas debateram, em Brasília (DF), sobre novos métodos para as alterações no mapa. O documento traz 900 locais que devem receber atenção especial dos governos e das populações pela sua importância ecológica, econômica e social. De acordo com o secretário de Biodiversidade e Florestas do MMA, João Paulo Capobianco, o número e o tamanho das atuais áreas prioritárias para conservação poderão ser alterados. Para isso, a contribuição de instituições e de pesquisadores que desenvolveram novas tecnologias será fundamental para aprimorar as avaliações sobre a importância desses locais. As propostas da reunião serão sistematizadas e encaminhadas a outras consultas. Em seguida, o material será avaliado pela Comissão Nacional de Biodiversidade, que reúne governos, comunidade científica, setores produtivos e sociedade civil. A previsão para seu lançamento é até o fim de 2006. “Além do mapa revisado, precisamos ter políticas públicas que proporcionem a conservação e uso sustentável desses locais”, completou Capobianco.
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