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RMA quer criação imediata das UCs na floresta com araucárias As oito unidades de conservação prometidas pelo Ministério do Meio Ambiente durante a Semana da Mata Atlântica em Campos do Jordão, em maio deste ano, ainda não foram decretadas. São cinco unidades no Paraná: Parque Nacional dos Campos Gerais (23.000 ha), Reserva Biológica das Araucárias (16.078 ha), Refúgio da Vida Silvestre do rio Tibagi (31.698 ha), Reserva Biológica das Perobas (11.000 ha) e Refúgio de Vida Silvestre dos Campos de Palmas (16.445 ha) e três em Santa Catarina: Estação Ecológica da Mata Preta ( 9.006 ha), Parque Nacional das Araucárias (16.824 ha), Área de Proteção Ambiental das Araucárias (419.218 ha). Apesar de terem sido propostas com base em um amplo estudo elaborado pela força-tarefa originada no Grupo de Trabalho Araucárias Sul, a criação dessas áreas permanece indefinida. A força-tarefa reúne técnicos do MMA, Ibama, universidades e outros setores. Já foram concluídas as consultas públicas, com a realização de dez reuniões em sete municípios. Estas são as primeiras UCs do país que estão passando por um processo de tão amplo debate público para sua criação. Cabe lembrar que a legislação ambiental (SNUC) dispensam consultas para reservas biológicas e estações ecológias. Mesmo assim, as reuniões com a comunidade foram realizadas. Há alguns interesses contrários a criação das unidades. Tem gente que ainda acha que floresta boa é a deitada, ou seja, cortada. Essas pessoas dizem que os Estados do Paraná e Santa Catarina terão sua economia prejudicada se essas áreas, o que corresponde a 0,3% dos seus territórios, forem transformadas em Unidades de Conservação. A Rede de ONGs da Mata Atlântica suplica a todos interessados em manter alguns remanescentes do ecossistema mais ameaçado do bioma: a Floresta com Araucárias, para que pressionem o governo a decretar imediatamente a criação dessas singulares áreas. Ajudem, enviando todos os tipos de correspondência, carta, fax, e-mail para o Ministério do Meio Ambiente, demonstrando que a sociedade brasileira quer sim, a proteção dessas florestas. As mensagens dever ser enviadas para a Ministra Marina Silva, para o Secretário de Biodiversidade e Florestas, João Paulo Capobianco, e para o Diretor de Áreas Protegidas, Mauricio Mercadante. Envie um fax para: (61) 4009 1213 Endereço: Atenção: é importante o envio para esses endereços para que sua manifestação seja anexada aos processos de criação das UCs. Se possível, ao enviar uma mensagem, mande uma cópia para bruno.rma@terra.com.br ou avise a Secretaria Executiva da RMA (61.3201 7017 ou 3349 9162). :: Confira o ofício enviado hoje pela RMA à Ministra Marina Silva RMA participa de preparatória para COP8 em Salvador Vários setores da sociedade como governos, ongs e universidades, trabalharam no detalhamento do "Plano de Ação Nacional para a implementação da Política Nacional da Biodiversidade" durante os dias 24 a 26 de agosto em reunião realizada em Salvador. O documento será apresentado na Conferência das Partes da Convenção da Biodiversidade (COP8) em março de 2006, em Curitiba. Segundo Miriam Prochnow, coordenadora geral da RMA, que esteve presente no encontro, o trabalho contou com o envolvimento intenso de mais de 140 pessoas. O objetivo é colocar em prática os princípios, diretrizes e objetivos da política nacional da biodiversidade. Miriam informa que agora o documento produzido será condensado e colocado à disposição no site do Ministério do Meio Ambiente para passar por uma nova rodada de validação. Também está prevista a realização de um seminário nacional de preparação da COP8, que deverá acontecer em novembro, provavelmente em Florianópolis. As reuniões preparatórias estão acontecendo em cidades que se candidataram, mas não foram escolhidas para sediar a COP8. Coordenadora geral dá palestras
e confere A coordenadora geral da RMA, Miriam Prochnow, fez algumas visitas no final do mês de agosto em dois Estados do Nordeste: Sergipe e Ceará. Conforme a coordenadora, as visitas foram muito importantes, porque promoveram um intercâmbio de informações e também serviu para dar um apoio ao trabalho das ONGs locais. Rede promove integração de entidades do Ceará e de São Paulo A RMA promoveu, nos dias 24 e 25 de agosto, uma visita da Associação Serras Úmidas (CE) às experiências agroflorestais do Vale do Ribeira, no município de Sete Barras, SP. A iniciativa é parte da política de intercâmbio e integração no interior da Rede. No Ceará, a monocultura da banana tem sido a principal ameaça aos remanescentes da Mata Atlântica, além da carcinicultura que agride os ecossistemas associados. A visita ao Vale do Ribeira possibilitou que a Serras Úmidas acompanhasse a produção de banana certificada na comunidade de Guapiruvu. O objetivo é iniciar um debate sobre a promoção da sustentabilidade ecológica para os ecossisitemas remanescentes no Estado nordestino. ONG promove coleta seletiva em Lavras, MG Fundação Pró Defesa Ambiental, de Lavras, MG, promove um programa de coleta seletiva de lixo que gera emprego e renda para 32 catadores. Cada um recebe em média 400 reais/mês. Antes do trabalho da entidade, cada um conseguia apenas 50 reais. Esta foi uma das experiências apresentadas no Grupo de Trabalho de Atividades Sustentáveis e Consumo Consciente da RMA realizado no final de agosto em São Paulo Lúcia Lopes Collaço, representante da entidade, conta que a fundação dá apoio para a auto gestão dos catadores. Essa é a meta até o fim de ano. Foi realizada uma campanha que obteve recursos para compra de caminhões e uma Kombi foi doada por uma empresa. A entidade quer ampliar a coleta seletiva na cidade. Também com o apoio da entidade, a Acamar - Associação de Catadores de Materiais Recicláveis – faz uma vassoura ambientalmente e socialmente correta, de PET. Gera dez empregos que evitam aumento de lixo em terrenos. O objetivo é acabar com coleta de resíduos no lixão. Outras 20 pessoas trabalharão na coleta em ruas do município. A coleta seletiva ocorre nos dias que não há coleta comum da prefeitura. E Lúcia adverte: “É preciso educação pois a coleta não elimina origem do lixo,” argumenta. Para ela é necessário adotar boas práticas no dia a dia, como evitar o uso de descartáveis.“Uma embalagem bonita aumenta o consumo e acaba desperdiçando recursos,” defende. No RS, as feiras unem consumidores e produtores de orgânicos No princípio, era apenas uma pequena feira, que além de reunir pessoas preocupadas com meio ambiente, aproximou os produtores ecológicos que comercializavam produtos em Porto Alegre. E depois, surgiu a idéia: por que não fazer uma cooperativa de comercialização em Torres? Essa foi a experiência relatada por Leonilda Ramos, da ONG Onda Verde, de Torres, no Rio Grande do Sul. A cooperativa que ela se refere é a Ecotorres, criada em novembro de 1999. Para se associar, há cotas de 70 a 80 reais, com direito a desconto de 10 % nas compras. “Numa cooperativa não se compra o que se quer, se compra o que se tem, é comercializado o que tem na época”, explica. E há muitos problemas como a escala pequena de produtores, a carga tributária semelhante a grandes cooperativas, e menor diversidade de supermercados (que tem tudo) e produtos de inferiores (feios e pequenos). “É preciso consciência para manter fidelidade e muita divulgação,” aponta. No Rio Grande do Sul, há muitas cooperativas e feiras com produtos orgânicos. A Cooperativa do município de Três Cachoeiras, também no Litoral Norte do RS, por exemplo, tem produtos locais e regionais com qualidade. Pode-se obter várias opções de produção ecológica, como a cenoura e o pêssego. Leonila acredita que a produção de orgânicos em feiras é uma forma objetiva de contribuir na gestão do Rio Mampituba, que separa o Rio Grande do Sul de Santa Catarina. Além disso, compra-se diretamente dos produtores que conservam os recursos naturais. A prática de um comércio ético e solidário já é realidade em SP A experiência viva de um comércio ético e solidário foi apresentada na reunião do GT de Atividades Sustentáveis. O proprietário da loja de produtos orgânicos Sabor Natural, Sílvio Vieira, atende as classes A e B. O estabelecimento tem dois anos e busca mudar o paradigma, de compra e venda, para um comprometimento maior entre as partes. As mercadorias da loja, produzidas por dois pequenos agricultores, atendem 35 famílias. Essas famílias elaboram um plano de consumo vão até o produtor, que organiza a sua base de produção, de acordo com a demanda, sem usar insumos químicos . O comércio tem três tipos de preços: o da loja, a domicílio e o do atacado. Silvio explica que o que se estabelece é um comprometimento do consumidor com quem está produzindo a sua comida. "O espírito que se quer construir é: o agricultor está na minha mesa e eu estou na terra do agricultor”, comenta. E chama a atenção: “Trabalhar em auto gestão, é mais difícil que mandar”. No sistema adotado por Silvio, não se disputa cliente, procura-se atender bem os que já se tem. E finaliza: “Mas isso é sem o paradigma de posse, como é o da sociedade. Enriquecer, só se ganhar na megasena”. RMA negocia mais oportunidades
para A RMA está propondo algumas mudanças para nova chamada do SubPrograma Projetos Demonstrativos (PDA) do PPG7, que possibilitem apoio a um conjunto maior de atividades de uso sustentável. Segundo Zaré Brum do MMA/PDA, o que está em negociação são algumas mudanças nas especificações de linhas já existentes - micro corredores, de recuperação de cobertura florestal e de ecoturismo - de âmbito local e regional. Isso ampliaria as possibilidades de financiamento de atividades de uso sustentável. Brum ainda confirma que a segunda chamada do programa será no início do ano que vem. O coordenador da RMA Armin Dietenbach esclarece, portanto, que não serão abertas novas linhas, como foi divulgado na edição passada do boletim Últimas da Mata Atlântica. Mas essas atividades poderão ser apoiadas pelas linhas já existentes. :: ONGs em Ação ONGs gaúchas promovem fórum sobre impacto de hidrelétricas O Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (InGa), o Núcleo Amigos da Terra / Brasil (NAT Brasil) e o Movimento SOS Rio Uruguai organizam o 2º Fórum sobre o Impacto das Hidrelétricas: Bacia do Rio Uruguai. O evento vai discutir os impactos ambientais e sociais dos empreendimentos hidrelétricos na região sul do Brasil. As atividades serão entre os dias 8 e 10 de Setembro de 2005, no auditório da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre. A participação é gratuita, sendo cobrada uma taxa de R$ 5,00 apenas para os que desejarem certificado. Campanha contra usinas de álcool O abaixo-assinado da campanha "Não às usinas de álcool no Pantanal" completou cinco mil assinaturas depois da mobilização realizada no dia 03 de setembro em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul. Além das assinaturas foram distribuídos panfletos explicativos e adesivos. A campanha está sendo realizada com objetivo de impedir que a lei estadual 328/1982, que proíbe a instalação de usinas de álcool na Bacia do Alto Paraguai seja alterada. :: Leia mais Garimpo clandestino ameaça Reserva Biológica da Juréia A extração de ametistas é a mais nova ameaça à Reserva Biológica da Juréia. Só em Itariri, no Vale do Ribeira, cerca de 300 pessoas trabalham clandestinamente na extração da pedra. Entre os locais mais cobiçados estão Taquaruçu e Igrejinha, ambos em Áreas de Preservação Permanente. A ação criminosa já provocou o assoreamento de um riacho da região, além de outros prejuízos. A RMA está aberta para sugestões que solucionem o problema, informa o assessor institucional da Rede, Kláudio C. Nunes. Para despistar os policiais, os garimpeiros trabalham durante a noite. Embaixo da terra, eles extraem a ametista, provocando grande impacto ambiental. A operação, extremamente arriscada, nem sempre dá certo: dois garimpeiros morreram em junho, soterrados num barranco. De acordo com o ambientalista Plínio Melo, da ONG Mongue, o garimpo, na região começou há seis meses. Hoje a presença de forasteiros interessados na ametista é cada vez mais notória em Itariri, onde vivem aproximadamente 14 mil habitantes. As autoridades e os ecologistas temem que os moradores continuem a extração da pedra mesmo com todos os prejuízos ao meio ambiente. Segundo eles, a atividade é a principal fonte de renda da maioria da população local, o que garante a sobrevivência de muita gente. Conheça o lado menos saboroso da Nestlé A multinacional suíça Nestlé vem protagonizando um dos casos mais vergonhosos de agressão socioambiental. Desde 1992, a empresa industrializa as águas mineralizadas do aqüífero localizado no município sul-mineiro de São Lourenço, que já mostra sinais de esgotamento. A cidade possui fontes raras e com propriedades medicinais. Mas a ação da Nestlé, em mais de dez anos de exploração desenfreada, já provocou o secamento de algumas delas, incluindo a magnesiana e a mais antiga, construída em 1892. O Movimento de Cidadania pelas Águas identificou uma série de procedimentos ilegais da multinacional. De acordo com promotor Pedro Paulo Aina, há “danos ao ambiente e ao patrimônio turístico”. :: Leia mais Parceria vai levar educação ambiental a sindicalistas Uma parceria da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (Fase) com a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Ministério do Meio Ambiente vai formar educadores ambientais entre os sindicalistas brasileiros. A meta é capacitar lideranças em todo o país, nos próximos três anos, para que trabalhem também com o enfoque da Justiça Ambiental e da sustentabilidade. São Paulo apresenta altos níveis de dioxina no ar “Os níveis de dioxinas e furanos em São Paulo mostraram-se mais altos que em muitas outras cidades do mundo”, disse João Vicente de Assunção, professor do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP). O grupo liderado pelo pesquisador tem analisado o comportamento das dioxinas e dos furanos nos céus da cidade. :: Leia mais :: Biodiesel Ecologistas norte-americanos defendem Depois de promover uma guerra pelo petróleo, a maior potência do mundo agora vê uma nova “revolução do biodiesel” surgir dentro do próprio território. Ecologistas da Califórnia vem propondo a utilização do óleo de fritura como combustível, muito menos poluente que a gasolina. A experiência é desenvolvida num posto de abastecimento, o “Oásis”, na cidade de Berkeley. A proposta tem ganhado adeptos que “não querem a apoiar a indústria petroleira nem a destruição do Iraque”. :: Leia mais :: Financiamento Unesco seleciona projetos de gestão integrada As ações de proteção ao meio ambiente da Mata Atlântica têm mais uma fonte de recursos. O Projeto para Conservação da Biodiversidade nos Sítios do Patrimônio Mundial Natural do Brasil, da Unesco, vai selecionar as melhores propostas técnico-financeiras de gestão ambiental integrada e colaborativa para cada sítio. No bioma mais ameaçado do Brasil, a Mata Atlântica, a licitação contempla reservas de São Paulo, Paraná, Bahia e Espírito Santo. As organizações interessadas têm até as 18h do dia 12 de setembro para enviar os trabalhos à Representação da Unesco, em Brasília. Endereço: Setor de Autarquias Sul – SAS, Quadra 05, Bloco H, Edifício CNPq/IBICT/UNESCO – 11º andar, Sala 1.106 – CEP 70070-914. Entidade paranaense contrata A ONG Preservação, do Paraná, abriu seleção para os cargos de assistente de projetos e gerente administrativo. Os interessados deverão enviar o curriculum e se apresentar para entrevista. A Preservação atua com base em pesquisas científicas e sustentabilidade sócio-econômica e ambiental na Florestas com Araucária. :: Confira os editais de seleção
Serra da Bodoquena sob o olhar dos pesquisadores Termina, no próximo dia 12 de setembro, a primeira expedição científica ao Parque Nacional da Serra da Bodoquena, localizado no Pantanal sul-matogrossense. A aventura conta com a participação de 25 pesquisadores, que estão fazendo um inventário inédito das espécies encontradas na UC. O parque, instituído com o apoio da RMA, possui paisagens belíssimas, muitas delas estão entre as mais impressionantes do país. A equipe da expedição, uma iniciativa do Ibama, envolve outras organizações, como a Conservação Internacional, universidades e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Cientistas descobrem soro antiofídico no sangue do gambá Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificaram duas moléculas no sangue dos gambás que neutralizam o veneno das viperídeas. Segundo o coordenador do estudo, Jonas Perales, são glicoproteínas (proteínas associadas a uma forma de açúcar) conhecidas como DM43 e DM64. Os cientistas afirmam ainda que outras espécies parentes do gambá, caçadores de cobras, teriam desenvolvido essa resistência ao longo da evolução, como a cuíca. As duas moléculas também mostraram ser eficientes contra o câncer em testes de laboratório, revela Perales. Conama tem novo site Está no ar a nova página do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), com acesso mais fácil a resoluções, últimas deliberações do conselho, calendário de reuniões e Fórum de Debates sobre APPs. O endereço segue o mesmo e a dificuldade em abrir o site do MMA também... Governo japonês presta consultoria gratuita em MDL O Governo japonês enviará a Curitiba a especialista Mari Yoshitaka, da Mitsubishi Securities Co., para esclarecer dúvidas na elaboração e avaliação de projetos ligados a Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL). As prioridades serão os setores de melhoramento da eficiência energética, troca e alternação de uso de combustível fóssil (eólica, biomassa, etc), captura de metano e uso de energia e decomposição do HFC. O atendimento será no dia 14 de setembro, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), das 14h às 17h. A participação é gratuita, mas os interessados deverão confirmar a inscrição pelo fone: (41)3362 3663 ou japan@japan.org.br. Integração Energética na América do Sul A integração energética na América do Sul estará em pauta de 14 a 16 de setembro, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre. Além de brasileiros, o “2º Eletrisul – Energia sem Fronteiras” vai reunir autoridades e especialistas da Argentina, Bolívia, Venezuela, Paraguai, Uruguai e Chile. As discussões vão envolver o panorama do setor energético em cada um dos países, especialmente em relação ao intercâmbio de ações e projetos. A programação ainda inclui exposição sobre o tratado de Kyoto e criação dos créditos de carbono. Unesc promove treinamento em ecovilas A Universidade do Estremo Sul de Santa Catarina (Unesc), em Criciúma, vai sediar cursos sobre Desenho para Sustentabilidade (Permacultura), nos dias 8 e 9 de setembro, e Sócio-Economia, no dia 10. Municípios baianos vão sediar fórum Os municípios de Ilhéus e Prado vão ser palco de importantes eventos ambientais. Entre os dias 12 e 16 de setembro, a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) sediará o “8º Simpósio de Biologia do Sul da Bahia” no km 16 da Rodovia Ilhéus-Itabuna. E, nos dias 16 e 17, será a vez de a Associação Pradense de Proteção Ambiental (APPA) organizar o “8º Fórum de Debates sobre a Proteção Ambiental no Extremo Sul da Bahia”, no píer da Ilha da Alegria, em Prado. :: Topo ::
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