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Oportunidades e Desafios para o GT Atividades Sustentáveis: 1. GT Produção, Comercialização e Consumo Ético e Solidário, com Sub-Comitê do Sistema CES como oportunidade de discussão da RMA – GT-AS Encaminhamento: Disseminação do processo de construção do Sistema Brasileiro do Comércio Ético e Solidário no GT-AS RMA: Fabíola Zerbini 2. Iniciativa Brasileira sobre Uso e Conservação de Polinizadores – MMA, FAO Encaminhamento: Acompanhamento no Comitê de Assessoramento Ministerial, representando FBOMS-RMA: Guilherme Floriani (Armin Deitenbach). Disponibilizar informações aos membros do GT-AS (Guilherme), informar entidades da RMA sobre a Iniciativa e criar proposta de financiamento para entidades interessadas da RMA (Guilherme, Ednaldo) www.webbee.org.br 3. Carteira de Projetos em Agroextrativismo – MMA-SDS, Fundos Rotativos Encaminhamento: O GT sugere a Coordenação da RMA manifestar interesse em ser incluída como agência fomentadora do programa, buscar recursos adicionais. (Armin) 4. COP 8 da Convenção da Biodiversidade – Curitiba, março de 2006 – Temas de interesse: patrimônio genético, conhecimento tradicional associado, agrobiodiversidade, Plano Nacional da Biodiversidade, Desmatamentos, Espécies Invasoras, Espécies Migratórias, transgênicos (rotulagem e transporte). RMA já aprovou moções a respeito em Campos do Jordão. Encaminhamento: Preparar ações da RMA sobre a biodiversidade brasileira, cadastrar a RMA e entidades filiadas na delegação oficial brasileira (negociações) com Everton Vargas – MRE (Coordenação do Meio Ambiente), o GT-AS propõem estas ações à Coordenação da RMA, propondo assumir a liderança neste processo (Rodrigo levanta quais entidades da RMA trabalham como o tema,GT Sócio-Biodiversidade do FBOMS, retorno ao GT via Klaudio). 5. Sistematização de Experiências Agroflorestais CONSAFs, REBRAF e GT-AS Encaminhamento: Sensibilizar as entidades filiadas à RMA e que trabalham com Sistemas Agroflorestais para participarem de Capacitação para as Fichas de Experiências e para a construção participativa do Manual Agroflorestal da Mata Atlântica – setembro 2005 adiante (Armin). 6. Marcha pelo Direito de Proteger a Agricultura Familiar – Decisão GT Agricultura da REBRIP – Agricultura, Serviços, recursos naturais etc. – Acordo comercial na OMC. Pontos ainda sem acordo formal: proposta de salvaguardas de produtos diferenciados. Encaminhamento: Informar e mobilizar as entidades da RMA para o Seminário em Brasília 5 – 7 de outubro, e para a marcha com MST, CONTAG e FETRAF até o Itamaraty (Socorro, Terrazul-CE) 7. Segunda Chamada do PDA Mata Atlântica – Novembro 2005 ou mais tarde Encaminhamento: Capacitar entidades filiadas à RMA na construção de projetos para o PDA-MA, discutir reforço do tema “Atividades Sustentáveis” na nova chamada através do Grupo de Trabalho, verificar quais projetos serão aprovados pela Comissão Executiva Nacional e promover o intercâmbio entre os projetos (Armin, Rodrigo), 8. Programa Mata Atlântica – NAPMA-MMA e Cooperação Brasil – Alemanha Encaminhamento: acompanhar o detalhamento do Programa junto ao NAPMA e a Cooperação Alemã, solicitar incluir a sociedade civil organizada na gestão do Programa, incluir a Mata Atlântica na sua extensão definida pelo DF 750-93 (conceito do bioma). 9. Discussão sobre certificação participativa vs. Auditada Encaminhamento: Participação Reunião Certificação Agropecuária FACES, Brasília, 1.Set., verificar encaminhamento com Guilherme - Sílvia 10. Carta dos Conceitos da Produção Sustentável na Mata Atlântica Encaminhamento: enviar novamente a lista do GT e à Fabíola e solicitar comentários (incluir Sílvia e Fabíola na lista de discussão do GT) , ampliar a discussão para princípios e critérios da produção sustentável na MA 11. Ampliação de Projetos (Bilaterais Associados ou outros projetos) nos outros estados do Nordeste Encaminhamento: contemplado acima 12. Bioconstruções – tendências de crescimento, formação de um mercado, diferente do conceito inicial da permacultura, com custos altos, uso crescente do bambu com perigo de degradação. Encaminhamento: reunir informações e repassar ao GT-AS para posicionamento, diálogo com grupos de arquitetos interessados. (Leo) – Criar um canal de discussão com a CEF – Área de Construção Alternativa (Sílvia). 13. Estratégia de disseminação de informações sobre a Mata Atlântica (intercâmbio de publicações ou reedição entre as entidades filiadas e parceiras) Encaminhamento: Incluir no Plano de Comunicação da RMA, diálogo entre o GT-AS e a ASCOM sobre a estratégia, ampliação do GT e diálogo com outras entidades ou redes. Pautar o tema de forma transversal na estratégia de comunicação da RMA (Sílvia). 14. Programa de Intercâmbio e estágios (“Viagens dentro da Rede”) sobre consumo consciente e atividades sustentáveis na Mata Atlântica - Divulgação de entidades filiadas interessadas e perfil de interessados. Programa de circulação de voluntários sem grandes custos. Criar roteiros típicos das regiões. Encaminhamento: fomentar o intercâmbio sem custos, fazer circular relatórios sobre as visitas (Ednaldo: Vale do Ribeira), formatar um programa de receber voluntários de outros países (tomar os devidos cuidados) intercâmbio com as universidades – (Klaudio), :: Voltar ::
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