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Colabore com a RMA, pague já a anuidade Até o dia 30 de setembro, a Secretaria Executiva da RMA está recebendo o pagamento da anuidade de 2005. O prazo também servirá para as entidades que ainda não pagaram a taxa referente a 2004 quitarem o atraso. A contribuição, prevista no estatuto, cobre gastos operacionais da Rede. “O pagamento da anuidade é um elemento essencial para demonstrar o comprometimento com a Mata Atlântica”, diz o coordenador institucional da RMA, Kláudio Cóffani Nunes. Ele destaca que fortalecer a Rede também é uma necessidade de sobrevivência de cada ONG, que, agindo desta maneira, mostra-se consciente do caráter nacional da luta pela conservação do bioma. “Quase tudo que atinge o local tem conseqüência nas políticas públicas, no âmbito legislativo federal”, completa. Kláudio resume a importância da anuidade para o fortalecimento da Rede com uma frase: “a célula sustenta o corpo e o corpo sustenta a célula”. Ao mesmo tempo em que fortalecem a instituição como um coletivo nacional, os recursos obtidos por meio da taxa anual permitem à RMA oferecer vários serviços aos filiados. Entre eles estão a produção do boletim semanal, a distribuição diária de notícias, o pagamento de viagens para eventos, como a Semana da Mata Atlântica, a participação dos filiados nas reuniões dos Grupos de Trabalho, o patrocínio de vários cursos de capacitação com intensa troca de informaçõs, entre outros. Klaudio completa: "e também não se pode esquecer que foi a RMA quem articulou a criação do PDA/Mata Atlântica (separando-o do PDA/Amazônia), que está disponibilizando R$ 48 milhões para projetos na área do bioma". Rede entrega Plano de Captação para Banco Mundial O assessor institucional da RMA, Bruno de Amorim Maciel, entregou hoje, dia 31 de agosto, o detalhamento do Plano de Captação para o biênio 2005/2007, ao Banco Mundial (Bird). O plano foi elaborado pelo consultor Leandro Valarelli, com o auxílio de Bruno e os coordenadores Armin Dietenbach e Kláudio C. Nunes. O documento é parte do Plano Estratégico da Rede e prevê parcerias, formas de obtenção de recursos com cooperações multi e bilaterais. Ascom RMA distribui notícias para comunicadores de ONGs A Assessoria de Comunicação da RMA está colocando em funcionamento um grupo virtual para aqueles que trabalham com comunicação nas ONGs filiadas à Rede. O objetivo é circular informações estratégicas, notícias das organizações, além de propiciar a troca de experiências. "A idéia é que essas pessoas distribuam ou repassem as informações para outros membros da entidade e, se for o caso, imprimir as principais notícias para aqueles que não têm acesso à Internet", explica Silvia Marcuzzo, assessora de comunicação da RMA. Para solicitar inclusão no grupo, envie um e-mail para bruno.rma@terra.com.br ou silvia.rma@terra.com.br Encontro reúne 20 participantes de 9 Estados Promover intercâmbios entre as entidades, divulgar as ações de consumo consciente, acompanhar a estruturação do sistema brasileiro de comércio solidário. Estes foram alguns dos encaminhamentos da reunião do Grupo de Trabalho sobre Atividades Sustentável e Consumo Consciente, comandado pelo coordenador Armin Dietenbach. O encontro foi realizado nos dia 26 e 27 de agosto, no hotel Aclimação EZ, em São Paulo, e contou com a participação de 20 pessoas. Há muitas dúvidas sobre os conceitos do que é consumo solidário, consumo sustentável, consumo consciente, consumo ético, entre outras denominações. O encontro serviu não só para esclarecer dúvidas, foi possível constatar que há várias entidades fazendo sua parte para a construção desses novos conceitos. Experiências de todos os tipos foram trocadas. No evento, foram dados relatos do produtor ao consumidor. De gente que vende sem pensar em lucro. De ONGs que estão trabalhando a fundo a consciência do público. De entidades que estão se organizando para regulamentar essa forma de adquirir produtos. Há muitos relatos interessantes, como o de Gilberto Ohta, da Cooperagua, do Vale do Ribeira, SP, que vende uma caixa de banana a R$ 2,50 e o atravessador a revende por R$ 12,00. Laura Prado, do Fórum de Articulação Ética e Solidária (Faces), SP, recorda que viu em um pequeno mercado perto de Turim, na Itália, dois preços, o que o comerciante pagou para o produtor e quanto está cobrando do consumidor. Clique aqui e veja as principais conclusões do encontro O consumo responsável é aquele que é co-responsável pelo cuidado do mundo. Consumo é um ato de escolha do que é importante, necessário. Toda relação de consumo é cíclica, alguém impõe e outro aceita. Tomar uma decisão mais consciente pode mudar essa situação. A escolha tem reflexos ambientais e sociais, conformam uma manifestação de apoio. Por exemplo, comprar produtos que foram feitos com mão de obra escrava, é uma forma de apoio a essa prática, pois apóia a construção dessa cadeia. Pois se pode escolher o consumo do que é menos prejudicial. A escolha do que consumir é um ato político. Essas foram as palavra da presidente da Kóiros, Fabíola Zerbini. Terrazul defende educação para um consumo consciente A Associação Alternativa Terrazul, de Fortaleza, CE, vem promovendo debates, ações e materiais que fomentam a discussão em torno do consumo sustentável. Recentemente a entidade realizou um seminário sobre o assunto, com a participação de várias entidades, incluindo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) , oMovimento dos Sem Terra, entre outras instituições. A apresentação da experiência foi feita pela secretária executiva da entidade, Maria do Socorro Gonçalves. O Terrazul tem um programa de educação ambiental voltado à formação de consumidores conscientes. Também estão em andamento várias ações para estruturação de uma liga de consumidores no Ceará. O projeto, que conta com atividades de sensibilização, está presente em nove regiões, e começou com 35 municípios. Dessas nove, quatro ficam em área de Mata Atlântica. Faces busca uma regulamentação Laura Prada, integrante do Fórum de Articulação Ética e Solidária, o Faces do Brasil por um Comércio Ético e Solidário, conta que o movimento de comércio justo começou na década de 60 na Europa. A reclamação surgiu devido as injustiças no comércio internacional, o movimento hippie, no poder do mercado em transformar a sociedade começaram nessa época. Hoje o preço justo clama pela transparência nas relações. E uma série de organizações estão buscando a formação de uma frente pelo comércio justo, especialmente no Brasil e na América Latina. Conselho da Reserva da Biosfera
busca O Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica está fazendo um inventário dos produtos florestais da Mata Atlântica. A pesquisa dos produtos leva em consideração a geração de emprego, renda e tributação no que ainda resta do bioma. O potencial de uso, os produtos madeireiros e não madeireiros, enfim uma série de critérios está sendo avaliado. O levantamento está sendo possível graças a uma parceria do Conselho com a Embrapa, a SOS Mata Atlântica e o Funbio. O Presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, Clayton Lino, que também esteve presente no encontro do GT de Atividades Sustentáveis, informa que a pesquisa está avaliando a cadeia produtiva de 12 espécies, em diferentes regiões do bioma. Os produtos são o caju, a piaçava, bromélias, plantas medicinais (phafia, carqueja e espinheira santa), o xaxim, a araucária, a erva mate, orquídeas e o palmito. Lamentavelmente, Lino acrescenta que a produção de carvão ainda supera todos esses itens. Dos produtos citados, o primeiro nativo certificado foi a erva-mate Putinguense de Ilópolis, RS. Lino disse que até o grupo Pão de açúcar procurou o CNRBA para indicar produtores. No entanto, o volume solicitado pela empresa é incompatível com a capacidade de produção. Informações: http://www.rbma.org.br PDA deverá abrir linha para atividades sustentáveis O coordenador do GT de Atividades Sustentáveis e Consumo Consciente, Armin Dietenbach, diz que o PDA deverá abrir uma linha para atividades sustentáveis em sistemas agroflorestais e outra para turismo rural sustentável (agroturismo). Esse ano, dos 166 projetos apresentados no Programa de Ações Descentralizadas , mais de 60 foram desclassificados. Sobram 48 projetos grandes. Poucos projetos pequenos, de até R$80 mil, concorreram aos recursos. A região Nordeste nordeste também apresentou poucos projetos, sendo que a maior parte foi descartado por falta de qualidade. Agende-se Marcha pela agricultura De 5 a 7 de outubro em Brasília, acontecerá a marcha pela agricultura familiar até a sede do Itamaraty. Um dos organizadores é o GT de Agricultura da Rede Brasileira de Integração entre os Povos. Mercado Floresta De 5 a 8 de novembro, na Oca do Ibirapuera, em São Paulo, será realizado o Mercado Floresta, que pretende reunir grandes e pequenos produtores, serviços de assistência e orientação para comercialização de produtos, rodadas de negócios, consumidores estrangeiros além de muitos contatos para futuras parcerias. A promoção é da Amigos da Terra/Amazônia Brasileira com a colaboração do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e Imaflora. ONGs demonstram ações ecológicas em feira Por coincidência, no mesmo final de semana do GT, o pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, sediou a Adventure Sports Fair, com uma série de atrações para o público que gosta de meio ambiente, turismo de aventura, entre outras novidades. As ONGs tiveram uma participação especial. Quase todo o terceiro piso do prédio foi ocupado por elas. A SOS Mata Atlântica distribuiu milhares de mudas de árvores nativas. A Vale Verde, de São José dos Campos, SP, mostrou a evolução da destruição do Vale do Paraíba em sua maquete. O Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) vendeu vários produtos feitos pelas comunidades onde realiza projetos. O Pró Aves comoveu o público com suas pequenas aves nativas de pelúcia. O Vitae Civilis também marcou presença, divulgando seu projeto "Vamos salvar nosso planeta". Isso sem falar das grandes ONGs, como o Greenpeace e a WWF, que disputavam a atenção do público. Uma expressiva variedade de produtos "ecológicos" também foi apresentada ao público. Poltronas de pneus, baseadas nos três "Rs" ("Redução do consumo, Reutilização e Reciclagem"), foram destaques. A principal meta do projeto é retirar os pneus do meio ambiente e mostrar a possibilidade de criação de móveis emborrachados. Muitas roupas, sapatos, chapéus e bolsas, feitos de lona usada de caminhão, também chamaram a atenção. O sucesso total ficou por conta das sandálias de sola de pneu e tiras de câmaras de borracha. Outra novidade foi o telhado feito de um compensado de embalagem de pasta de dente. A madeira plástica atraiu a atenção dos ecologistas. Ela não impena, não racha, não solta farpas, não mofa, é resistente a corrosão, é imune a pragas como os cupins e insetos roedores. O produto é fabricado com 100% de plástico reciclado. Campanha contra Usinas de Álcool A Ecoa (Ecologia e Ação), o Fórum em Defesa do Pantanal, Rede Pantanal e SOS Mata Atlântica lançaram a campanha "NÃO às Usinas de Álcool no Pantanal", durante a Adventure Sports Fair, no último sábado, dia 27 de agosto. O objetivo do movimento é impedir a ação do secretário de Produção e Turismo do Mato Grosso do Sul, Dagoberto Nogueira Filho, que pretende enviar para a Assembléia Legislativa do Estado um projeto propondo a modificação da Lei Estadual 328, de 1982, que proíbe a instalação de usinas de álcool na Bacia do Alto Paraguai. "Esta lei de 1982 foi resultado de um grande movimento contra usinas realizado na época e agora mais de 80% do Pantanal pode ficar em risco se ela for modificada", resume Alessandro Menezes, presidente da Ecoa e secretário-executivo da Rede Pantanal de ONGs. "Estamos colocando nossa força de articulação e mobilização junto deste movimento porque nas bordas do Pantanal estão regiões preciosas de transição da Mata Atlântica como a Serra da Bodoquena", explica Mario Mantovani, diretor de mobilização da Fundação SOS Mata Atlântica. A Campanha inclui uma série de atividades de mobilização junto à população em geral e aos políticos do Estado. Para participar, acesse o site da Rios Vivos e envie um recado aos deputados sul-mato-grossenses para convencê-los a não aprovar a nova lei. Fonte: SOS Mata Atlântica :: ONGs em Ação ONGs fluminenses pedem o fim Entidades ambientalistas do Rio de Janeiro estão promovendo um protesto contra a liberação das obras do Meliá Resort na APA de Tamoios, em Angra dos Reis. As ONGs estão preocupadas com o impacto ambiental na área. A idéia é que, quanto mais fax forem enviados aos ministros do STJ, em Brasília, maior será a possibilidade do processo, acreditam os ambientalistas fluminenses. :: Fax dos gabinetes: Saiba mais sobre o assunto, leia as notícias nos endereços abaixo: http://www.diarioon.com.br/arquivo/3262/economia/economia-3623.htm Ipema comemora 12 anos de atuação com lançamento de projeto O Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica (Ipema) vai comemorar o décimo segundo aniversário da instituição no próximo dia 3 de setembro, em Guaçui, ES. No evento, a entidade lançará o Projeto Muriqui Caparaó, que trata da população dos primatas no Parque Nacional de Caparaó. As atividades serão no teatro Fernando Torres, a partir de 9h30. :: Ipema Instalada comissão para a segunda Os ministérios do Meio Ambiente, da Saúde e das Cidades estarão à frente da Comissão Interministerial de Acompanhamento da 2ª Conferência Nacional do Meio Ambiente, instalada esta semana, em Brasília. O grupo é formado por representantes do governo federal nos conselhos nacionais do Meio Ambiente (Conama) e dos Recursos Hídricos (CNRH). A conferência será entre os dias 15 e 18 de dezembro. Rede homenageia profissionais que A vigésima quarta edição do Últimas da Mata Atlântica homenageia todos os biólogos, que, no próximo dia 3 de setembro, sábado, comemoram a formalização da profissão no país. O boletim ressalta a importância desses profissionais que trabalham “com honestidade, em defesa da vida, estimulando o desenvolvimento científico, tecnológico e humanístico” dos povos da Terra. Em especial, saudamos os biólogos de ONGs, cujos esforços têm fortalecido a luta pela conservação de um dos biomas mais ameaçados do planeta. O dia 3 de setembro foi escolhido como o “Dia do Biólogo” porque, nesta data, em 1979, o então Presidente da República, João Baptista Figueiredo, sancionou a lei nº 6.684, colocando a Biologia entre as profissões de nível superior . A estruturação, logo em seguida, do Conselho Federal e os Regionais foi organizada pelo professor Dr. Paulo Nogueira Neto, um dos grandes articuladores da categoria na década de 70. Butantan e Exército criam antiofídico em pó O Instituto Butantan, em parceria com o Instituto de Biologia do Exército Brasileiro, lançará um soro antiofídico em pó no final deste ano. A substância, que neutraliza o veneno de cobras como a jararaca, a surucucu e a cascavel, será utilizada por militares, na região amazônica, por ser mais fácil de se conservar. O antiofídico tradicional é armazenado em geladeira, com temperatura de dois a oito graus, e tem validade de três anos. Além de durar mais, a versão em pó não necessita de refrigeração. O produto terá ainda outros possíveis consumidores, como pesquisadores e populações rurais. Fonte: Globo Rural Greenmeeting reunirá lideranças em BHO 5º Encontro Verde das Américas, evento conhecido como “Greenmeeting”, será realizado nos dias 20, 21 e 22 de setembro, em Belo Horizonte. Na programação, estão previstas atividades com importantes lideranças nacionais e internacionais do movimento ambientalista. Nesta edição, o tema é “Em Busca de Soluções”, a partir do qual se debaterá os problemas ambientais globais com a participação do maior número possível de instituições e segmentos da sociedade. Durante o Encontro, os organizadores também farão a entrega do Prêmio Verde das Américas 2005. Agência de jornalismo social aborda temática ambiental Desde agosto de 2003, o site Repórter Social traz inúmeras informações sobre as diferentes esferas da sociedade. Questões como os Direitos Humanos, os gêneros e políticas de afirmação são exploradas na produção jornalística do veículo. A temática ambiental também aparece, mas ainda de forma modesta. Com a “Agenda Cidadania”, enviada por e-mail para mais de 800 jornalistas em todo o Brasil, o site procura pautar a grande mídia com notícias desta natureza. O Repórter Social conta com Alceu Castilho (ex-Estadão e IstoÉDinheiro), Cristina Charão (ex- Estadão e Veja), Fábio de Castro (ex-Folha da Tarde e Reuters), Flávio Amaral (ex-Diário) e Uilson Paiva (ex-Zero Hora, Estadão e Veja).
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