|
caso não esteja visualizando clique
aqui
![]() | ||||
| ||||
|
A especialização em biologia molecular tem atraído maior número de profissionais, de acordo com o Conselho Federal de Biologia (CFBio). Embora não haja números precisos a respeito, a presidente da autarquia Noemy Yamaguishi Tomita afirma ser este o campo que tem exigido maior qualificação acadêmica e oferecido melhores salários no país. Segundo ela, a área ambiental também cresce, mas num ritmo mais lento. Noemy também se mostra preocupada quanto à forma em que a profissão se expande no país. Ao todo, mais de 40 mil profissionais estão registrados nos cinco Conselhos Regionais. São milhares de profissionais despejados anualmente, no mercado, por cerca de 500 cursos existentes em território nacional. A maior parte deles é da rede privada. “Não precisamos de quantidade e, sim, de qualidade”, reclama Noemy. Para ela, a maioria das faculdades ainda está “abaixo do desejável”. De acordo com as Diretrizes Curriculares, estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação, o estudante de biologia deve desenvolver a responsabilidade ambiental aliada à social. O profissional tem que estar preparado para agir em prol da conservação do meio ambiente, com o manejo sustentável dos recursos naturais. Ele também deve atuar na formulação de políticas públicas, tornando-se agente transformador da realidade presente, na busca por uma melhor qualidade de vida. Noemy lembra que, no Brasil, ainda não há um piso oficial para categoria. Atualmente o Conselho sugere o valor de oito salários mínimos e meio como referência à remuneração do biólogo, para 40 horas semanais. “Mas, na maioria dos casos, o profissional ganha menos”, reconhece a presidente. :: Voltar ::
|
||||
|