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Impresso - Na Categoria Impresso, o segundo lugar coube à reportagem "Jóias de um Reino (quase) Oculto", publicada na revista Terra da Gente, por Luiz Antônio Figueiredo. O jornalista desvenda um reino da miniatura natural - as micro-orquídeas - nas quais as pessoas vão tropeçando em trilhas e caminhadas, sem perceber que elas são uma das maiores riquezas da biodiversidade brasileira. Maristela Machado Crispim ganhou o terceiro lugar, com a matéria "Mata Atlântica", publicada no Diário do Nordeste, de Fortaleza (CE). Com um bloco de reportagens, Maristela deu voz a entidades ambientalistas, governo, gestores de áreas protegidas e espécies ameaçadas, mapeando as pressões e possíveis soluções para a Mata Atlântica de seu Estado. Quatro menções honrosas foram concedidas na Categoria Impresso:
Em comparação ao ano passado, o Prêmio cresceu 70% em número de inscrições. Em 2005, 71 artigos, escritos por 49 jornalistas, participaram do concurso. Eles foram publicados em 31 veículos de 11 Estados. Televisão - Na Categoria TV, o segundo e terceiro lugares ficaram com trabalhos exibidos pelo Globo Repórter, respectivamente "Plantas Medicinais da Mata Atlântica", produzido por Ernesto Paglia e Equipe, que foi ao ar em novembro de 2004; e "Mata Atlântica, Riqueza e Destruição", produzido por Sandro Dalpícolo e a Equipe da TV Paranaense, exibida em junho do ano passado. Quatro menções honrosas também reconheceram o trabalho de:
Categoria TV contou com 33 reportagens concorrentes, produzidas por 20 equipes e exibidas em 15 programas diferentes. Os segundos e terceiros colocados em cada Categoria receberam R$5.000 e R$2.500, respectivamente. Todos os trabalhos podem ser encontrados no www.premioreportagem.org.br Mario Mantovani, diretor de mobilização da Fundação SOS Mata Atlântica, encerrou a cerimônia afirmando que estamos vivendo um dos piores momentos para conservação do bioma, com decisões políticas equivocadas sendo tomadas em vários estados, com destaque para Santa Catarina e Bahia. "Reverter o processo de destruição da Mata Atlântica é caso de vida ou morte. E os jornalistas têm que fazer ecoar a indignação da sociedade civil com decisões inconseqüentes das autoridades públicas e de muitos investidores", concluiu. Avaliação - O processo de avaliação das reportagens é conduzido por um júri de especialistas em comunicação e conservação. Em 2005, dez renomados profissionais realizaram voluntariamente esse trabalho. Na Categoria Impresso participaram Maria Cecilia Wey de Brito, Roberto Villar Belmonte, Patricia Palumbo, Regina Scharf e Paulo Lyra; na Categoria Televisão foram Camilo Tavares, Denise Rambaldi, Francisco César Filho, Luiz Costa Pereira Junior e Sergio Túlio Caldas. O Prêmio é realizado em sete outros países: Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Madagascar, Peru e Venezuela. Neste ano, a Categoria Impresso em todos os oito países recebeu 376 inscrições de 218 jornalistas, um crescimento de mais de 100% em relação às inscrições do ano passado. Os dois ganhadores participarão da Cúpula Internacional de Mídia e Meio Ambiente, entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro de 2005, em Kuching, capital de Sarawak, na ilha de Bornéu, Malásia. A iniciativa da premiação é promovida pela Aliança para a Conservação da Mata Atlântica, uma parceria entre as ONGs Conservação Internacional e Fundação SOS Mata Atlântica, em colaboração com o Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ) e a Federação Internacional de Jornalistas Ambientas (IFEJ). Seu objetivo é reconhecer a excelência profissional dos jornalistas que cobrem temas ambientais no Brasil. As fundações Virginia W. Cabot, John D. & Catherine T. MacArthur apóiam esta iniciativa que, no Brasil, é patrocinada pela Colgate Palmolive. Fonte: SOS Mata Atlântica
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