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RMA RMA elabora documento sobre Resolução de APPs A RMA chama suas filiadas a se posicionar sobre a proposta de resolução das Áreas de Preservação Permanente (APP). A Rede está elaborando um documento que será apresentado em reunião do Ministério do Meio Ambiente, a ser realizada em São Paulo, dia 4 de julho. Mande sua contribuição até dia 01 de julho para o e-mail ascom.rma@uol.com.br Reunião vai acontecer devido a solicitação da RMA e outras organizações. Pela manhã, o MMA vai coordenar os trabalhos e à tarde, as organizações da sociedade terão espaço para fazer suas colocações. Clique aqui para saber mais Dilma na Casa Civil preocupa ambientalistas A posse de Dilma Roussef, ex-Ministra de Minas e Energia para o lugar de José Dirceu na Casa Civil preocupa os ambientalistas. A mineira, que morou a maior parte de sua vida no Rio Grande do Sul, recebeu o troféu Motosserra da Rede de ONGs da Mata Atlântica em maio deste ano. Ela foi eleita a grande vencedora do Prêmio, “por sua política que pensa pouco em meio ambiente”. Um caso emblemático da posição da ministra é a Usina Hidrelétrica de Barra Grande, na divisa de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A barragem vai alagar mais de quatro mil hectares de Floresta com Araucárias primárias ou em estágio avançado de regeneração. Essas áreas não foram se quer citadas no Estudo de Impacto Ambiental (EIA-Rima) elaborado pela empresa Engevix. O Prêmio Motosserra foi instituído pela Rede para destacar pessoas cuja atuação fomenta a destruição da Mata Atlântica. Já foi entregue - sempre simbolicamente - ao parlamentar Paulo Bornhausen e ao ex-deputado federal Luciano Pizzato, pelo esforço que fizeram para a não aprovação do Projeto de Lei da Mata Atlântica, que se aguarda votação no Senado. RMA repudia agressão a secretário e defende A Rede de Organizações Não Governamentais da Mata Atlântica - RMA, que congrega 295 entidades de 17 Estados brasileiros, enviou esta semana ofício ao secretário municipal do Meio Ambiente de Porto Alegre, Beto Moesch, onde manifesta sua indignação contra a agressão sofrida durante uma vistoria realizada no acampamento indígena no Morro do Osso. Para a RMA é inconcebível o uso de qualquer tipo de violência, especialmente aquela empregada contra pessoas que trabalham pelo equilíbrio do Homem com a Natureza, ainda mais contra quem vem lutando em defesa de áreas protegidas. Káthia Vasconcellos Monteiro, da coordenação da Rede no Rio Grande do Sul, salienta que o Parque Natural do Morro do Osso é de fundamental importância para a recuperação e a preservação da biodiversidade das áreas naturais da Capital gaúcha. “O Morro do Osso faz parte do corredor ecológico do extremo sul de Porto Alegre, que se estende até o Parque Estadual de Itapuã”, explica. A ecologista acrescenta que a área é pequena para abrigar seres humanos e garantir a preservação da sua biodiversidade. O parque dispõe de 57 hectares. A RMA espera ainda que o Parque Natural Morro do Osso, cujo decreto de criação é de 1994, seja efetivado o quanto antes. O Morro do Osso, com 143m de altura, faz parte de uma cadeia dos morros graníticos e oferece uma das vistas mais belas da Capital gaúcha, o Guaíba emoldurando a cidade. Rede participa da elaboração de estratégias para o A secretaria executiva da RMA recebeu a visita de Cecilia Manavella e da jornalista Cacia Cortez da Diretoria do Programa Nacional de Áreas Protegidas a semana passada. Elas vieram buscar sugestões para o plano de comunicação do Fórum Nacional de Áreas Protegidas. Também ficaram sabendo como funciona a Rede. Atualmente, estão em elaboração as estratégias de Comunicação e a Metodologia de Desenvolvimento do Fórum Nacional de Áreas Protegidas e do Programa de Formação dos Articuladores Locais do Fórum. Na segunda-feira, dia 27, haverá um debate sobre o Programa de Trabalho para Áreas Protegidas no Brasil no âmbito da Convenção da Diversidade Biológica. Editais Ibama contrata consultores para várias áreas O IBAMA, através de Processo Seletivo Simplificado para o Projeto PNUD 00/009, está recebendo currículos em várias áreas do conhecimento, até o dia 24 de junho. Mais detalhes no site do Ibama - www.ibama.gov.br em "editais e convites" ou no endereço: http://www.ibama.gov.br/edital/proselec/Edital001_2005.pdf MMA lança edital de gestão ambiental da BR 163 O Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA) lançou esta semana o Edital nº 03/2005, que apóia o fortalecimento da gestão ambiental e do ordenamento territorial dos municípios localizados na BR-163 (MT/PA). O edital destinará R$ 6 milhões para a região, somando-se aos financiamentos já disponibilizados pelo FNMA para a implantação das Agendas 21, para a gestão ambiental municipal, dentre outras iniciativas específicas no bioma amazônico. ONGs em Ação Reunidos no 4º Encontro Nacional da Rede Alerta Contra o Deserto Verde , representantes de diversos segmentos da sociedade brasileira e de outros países latino americanos lavraram um manifesto contra a expansão da monocultura do eucalipto e demais culturas do agronegócio exportador no continente. Entre as assinaturas do documento estão a de movimentos indígenas, trabalhadores rurais sem-terra e ONGs. A Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador também divulgou manifesto endossando a Carta. Tecnologias alternativas Xixi de ovelha é usado como combustível Uma empresa de ônibus britânica utiliza urina de ovelhas, de maneira experimental, para fazer motores mais ecológicos para seus veículos, segundo informação do diário The Guardian . A empresa Stagecoach dotou um de seus ônibus, na localidade de Winchester, com um tanque desse resíduo animal, que é pulverizado mediante um sistema de injeção das emissões de óxidos nitrosos danosos, emitidos pelos tubos de escapamento. Fonte: El Mundo no Ambiente Já Projeto utiliza garrafas PET para produzir tintas Desde 2002, a fabricante de tintas Suvinil já retirou 110 milhões de garrafas PET do meio ambiente, reutilizando o material para produzir esmaltes e vernizes. Apenas em 2004, foram mais de 40 milhões de unidades recicladas, patamar que deve ser mantido neste ano. O projeto utiliza a garrafa PET para produzir um dos principais componentes das tintas e vernizes: a resina. Para cada lata de esmaltes e vernizes são necessárias seis garrafas PET na composição. “A utilização dessas garrafas na produção de tinta é um processo inovador e exclusivo”, garante o gerente da fábrica da Suvinil de São Bernardo do Campo, Ricardo Rocha. Fonte: A Notícia, no Ambiente Já Pneus são usados para recuperar aéreas degradadas pela erosão Com aproximadamente 120 mil pneus sem condições de rodagem ou de reforma (inservíveis), foi possível recuperar uma erosão de cerca de 300 metros de comprimento, por 10 m de largura e 4,5 m de profundidade, na região. O projeto piloto teve coordenação do professor Gerd Sparovek, do Departamento de Solos e Nutrição de Plantas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP de Piracicaba. A pesquisa previa o preenchimento da erosão, o plantio de capim e o reflorestamento do local. “Agora falta apenas completar a terceira etapa com o plantio das árvores”, afirma Sparovek. Para ele, a técnica representa uma alternativa a mais para a destinação final de pneus. “Ela apresenta benefícios ambientais diretos, pois recupera uma área erodida e auxilia na recuperação de florestas”, destaca. De acordo com o Conama, o passivo ambiental de pneus, no Brasil, é aproximadamente de 100 milhões de carcaças, geralmente destinadas à recuperação de energia. De acordo com o engenheiro agrônomo Dauton Marcelo Cappi, o pneu é um material cujo tempo de decomposição na natureza é indeterminado. Para avaliar se ele causa algum tipo de dano ao solo ou ao lençol freático, Cappi pesquisou o tema em seu mestrado por meio de simulações em laboratório. O estudo foi orientado por Sparovek e foi apresentado em 2004 na Esalq. O pesquisador elaborou uma estimativa, demonstrando que uma única erosão de grande porte, em uma área rural de Piracicaba, absorveria toda a geração de carcaças de pneus da cidade dos últimos 80 anos. “Isso mostra o grande potencial da técnica como alternativa para a destinação final de pneus”, afirma o engenheiro. Fonte: Ambiente Brasil Alerta Sabão em pó e amaciante na mira do MP O Ministério Público propôs aos principais fabricantes de sabão em pó e de amaciante a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), devido à presença nociva de fósforo e quaternário de amônia nos produtos. A notificação do MP foi provocada após denúncias feitas pela Pro Teste Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, que analisou 11 marcas de sabão e 15 de amaciante. De acordo com a Associação, os dois componentes ameaçam a vida marinha, em rios e lagos, e também podem causar alergias e irritações na pele e nos olhos, sendo altamente tóxicos. Embora algumas marcas estampem os riscos a saúde, nas embalagens, os prejuízos ao meio ambiente não são informados em nenhum dos casos. Para o promotor Rodrigo Terra, isso impede que o consumidor possa escolher um outro produto que seja biodegradável. As empresas têm o prazo de dez dias para se pronunciarem, a partir do recebimento da notificação. Pela Resolução 359 do Conama, publicada em abril, os fabricantes de sabão em pó serão obrigados a reduzir a porcentagem de fósforo dos atuais 6,7 para 4,8% da fórmula dos detergentes nos próximos três anos. O que seria pouco, segundo a Pro Teste, em comparação com a proibição da utilização deste componente em diversos países europeus e americanos. Ainda assim, a Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla) divulgou nota negando o recebimento de qualquer notificação do Ministério Público. A entidade também descorda que o fósforo seja prejudicial ao ser humano e ao meio ambiente e que o quaternário de amônia, além de não ser proibido em nenhum país, é usado na dosagem adequada. A Pro Teste verificou a presença de fósforo, em sabão em pó, nas marcas: Ace, Ariel, Bold, Biju, Brilhante, Minerva, Omo Multiação e Surf (ex-Campeiro). Quanto ao quaternário de amônia, em todos os amaciantes pesquisados ( Great Value, Fleur de Ypê, Baby Soft, Extra, Compre Bem, Kokino's, Mon Bijou, Mazal, Comfort, Urca, Fofo, Plush, Big Soft, Minuano e Sendas ), o componente foi encontrado. Fonte: Jornal O Sul Remanescentes São Paulo ganha Inventário Florestal Divulgado pelo Instituto Florestal, o documento reúne informações atualizadas e em detalhes sobre as categorias de vegetação remanescentes no Estado. O objetivo, juntamente com outros trabalhos desenvolvidos pelo Instituto, é efetuar um diagnóstico da vegetação natural de São Paulo para estudar e controlar a dinâmica das alterações que ela têm sofrido. O diagnóstico inclui os levantamentos dos últimos 40 anos, indicando uma área remanescente com cerca de 3,4 milhões de hectares, 3,8% superior ao levantamento de 1990-1991. Os resultados são apresentados em mapas e tabelas, por regiões administrativas, bacias hidrográficas e municípios. As condições de fragmentação da vegetação remanescente, bem como os procedimentos metodológicos que estão sendo adotados já na execução de novos levantamentos, também são fornecidos, além dos dados referentes ao reflorestamento com Pinus e Eucalyptus. Informações: (11) 6231 8555 ramal 2043, com Geni (setor de publicações do Instituto Florestal do Estado de São Paulo) Antártida Acordo define punição a quem poluir o continente gelado O custo para a reparação de acidentes ecológicos na Antártida, como vazamentos de petróleo, terá de ser coberto por seus responsáveis, decidiram os cerca de 300 especialistas que participam da 28.ª Conferência para o Tratado Antártico, realizada entre os dias 6 e 17 de junho. O Tratado Antártico sobre a Proteção do Meio Ambiente, assinado em 1959 por 12 países, reconhece o interesse que a Antártica possui para a humanidade, assim como seu papel no clima mundial. Entretanto não havia nenhuma legislação que responsabilizasse os países por contaminações produzidas no continente. Para os participantes da Conferência, o acordo é um grande passo à frente. Fonte: O Estado de S. Paulo
Uma briga entre os Estados Unidos e grandes países da Europa e do mundo em desenvolvimento ameaça atrapalhar o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF), criado para ajudar países pobres a preservar suas florestas tropicais, controlar o efeito estufa e tratar de outras preocupações mundiais sobre o meio ambiente. Governos europeus e de países em desenvolvimento estão discutindo a possibilidade de fazer um programa sem a participação americana, se a Casa Branca continuar a exigir que os países que recebem ajuda cumpram novas exigências econômicas, políticas e ambientais. Fonte: O Estado de SP, The Wall Street Journal Américas em Manchetes Socioambientais ISA Reforma de Pneus A Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara convidará representantes do governo e do setor produtivo para discutir a reforma de pneus. A solicitação é dos deputados Jovino Cândido (PV-SP) e Mariângela Duarte (PT-SP). O evento, cuja data ainda não foi definida, receberá também convidados representantes dos ministérios da Ciência e Tecnologia e do Meio Ambiente, além de fabricantes de pneus reformados. Os parlamentares lembram que o Brasil produz 45 milhões de pneus/ano. No mesmo período, são gerados 35 milhões de carcaças do produto. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio mostram que, desde 1990, entraram no País 38 milhões de pneus usados ou recauchutados. Fonte: MMA Reflorestamento e Sustentabilidade O livro “Reflorestamento e Desenvolvimento Sustentável” analisa a crise no mercado de madeiras, cujo preço dobrou nos últimos quatro anos, gerando um “apagão florestal”. Para reverter o quadro, especialistas concordam que a saída é investir no plantio de florestas comerciais, especialmente de eucalipto e pinus. Ambientalistas, contudo, alertam para os riscos da monocultura. Para adquirir exemplares: (51) 3330 2592 ou livros@jornalja.com.br Jornalismo Ambiental Já está confirmada a realização do 1º Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental na cidade de Santos (SP). O evento vai acontecer nos dias 13 e 14 de outubro de 2005 com apoio do SESC/SP. O Congresso é uma realização da Rede Brasileira de Jornalistas Ambientais e está sendo organizado pelo Núcleo Paulista de Jornalistas Ambientais. Estarão presentes jornalistas de todo o Brasil, além de colegas da América Latina e Europa. Quem desejar participar ou ter mais informações pode escrever para a Nilda Rodrigues, que está secretariando o evento: nyldarodriguez@uol.com.br . Atlas de Sensibilidade ao Óleo O Ministério do Meio Ambiente lança o primeiro Atlas de Sensibilidade Ambiental ao Óleo do Brasil, com informações sobre os litorais do Ceará e do Rio Grande do Norte, incluindo as principais áreas a serem protegidas e recuperadas após derramamentos. Além de dados sobre estradas, aeroportos, sítios históricos, rampas para barcos e atracadouros, correntes marítimas, ventos e possíveis fontes de poluição, o material ainda define locais onde são desenvolvidas atividades econômicas, turísticas ou de subsistência que também podem ser prejudicadas. Os interessados podem solicitar a publicação para o Programa REVIZEE, do MMA, pelo e-mail Ricardo.Vieira@mma.gov.br ou pelo fone (61) 4009 1160.
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